Um homem aproximou-se de Jesus e disse: minha filha acaba de morrer. Vem, impõe tua mão e ela viverá. Jesus se levantou e o seguiu. Nisso, uma mulher que sofria de hemorragia, veio por trás dele, no meio da multidão, pensando: se eu conseguir tocar no seu manto, ficarei curada. E ficou!
Como viver esse Evangelho no dia de hoje?
Jairo, o chefe da sinagoga, prostra-se aos pés de Jesus. A mulher anônima toca o manto, às suas costas. Um pede em voz alta; a outra age em silêncio. Um tem nome e cargo; a outra não tem sequer rosto no meio da multidão. Mas ambos chegam com tudo o que têm: a fé na sua forma mais genuína! O Evangelho sugere que nos aproximemos assim, sem termos vergonha da necessidade, sem desistir antes de confiar.
fonte: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2026-07/evangelho-06-julho-2026-dom-mario-spaki.html