Andressa Collet – Vatican News
Na manhã desta Quinta-feira Santa (17/04), na Basílica de São Pedro, especialmente bispos e cerca de 1800 sacerdotes participaram da Missa do Crisma também chamada de Missa dos Santos Óleos ou da Unidade, já que são abençoados os óleos que serão usados nas cerimônias sacramentais do Batismo, Crisma e Unção dos Enfermos. Na celebração, presidida pelo cardeal Domenico Calcagno, presidente emérito da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica, também foram renovadas as promessas sacerdotais, feitas no dia da Ordenação, quando receberam a unção do Espírito Santo por meio do óleo do Crisma.
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Um momento para reafirmar a unidade, expressa pela comunhão eclesial em torno do mistério pascal de Cristo, e também o próprio compromisso de servir a Jesus. Trata-se da história pessoal de cada um, recorda o Papa Francisco em homilia lida na ocasião pelo cardeal Calcagno, de onde se “abre um jubileu, isto é, um tempo e um oásis de graça” que faz parte do “livro da nossa vida e ensina-nos a encontrar as passagens que revelam o seu sentido e missão”. Mas, questiona Francisco, “estou aprendendo a ler minha vida ou tenho medo de o fazer?”.
Os jubileus, continua o Pontífice, se refletem “na proximidade quotidiana do padre ao seu povo, na qual se cumprem as profecias de justiça e paz” e não somente “a cada 25 anos – assim o espero!”, diz o Papa, ao acrescentar que o “reino de sacerdotes não coincide com um clero”. O sacerdócio ministerial é “puro serviço ao povo sacerdotal”, de um “pastor que ama o seu povo” e “não vive à procura de consenso e aprovação a qualquer custo”: